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roteirista e diretor de cena

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A crônica de Sofia.

Se apaixonou por uma garota de programa.
Para ele, não importavam as mentiras que Sofia sussurrava e gemia em  outros ouvidos. Só as verdades que dizia para ele.
Seus amigos diziam que ela era puta.
Ele enxergava a mulher.
Acreditava em sua sinceridade enquanto abria a carteira para pagar o combinado.
Desejou ser livre. Que o mundo fosse livre.
E num domingo de sol passeariam de mãos dadas.
Ele e Sofia.
Ou Alice, Débora, ou qualquer nome que ela tivesse.

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