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roteirista e diretor de cena

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Agora

O medo, sem pedir licença, tomou conta de mim. Não ofereci resistência, preces nem clemência.
Ausente, abstive. E entre perdas e quebras, me senti escuro e tive frio.
Não teve sol durante o dia. Nem música. Nada, nada.
Nada além de tudo repleto de vazio.
Transbordando medo e pingando esperança.
O sino, como se pedisse calma, anunciava meia hora partida.
Nem as horas eram mais inteiras.
Tudo pedra, pau e ferro.
Só eu, e eu só.

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